Quer escrever um livro, mas não sabe por onde começar? Veja os primeiros passos.
Quer escrever um livro, mas não sabe por onde começar?
Veja os primeiros passos!
Artigo Pneuma


Quer escrever um livro, mas não sabe por onde começar? Veja os primeiros passos!
Você já teve a sensação de que existe um livro dentro de você, mas não sabe exatamente como colocá-lo no papel? Talvez exista uma mensagem que você considera importante, uma história que gostaria de contar, anos de experiência profissional ou ministerial que poderiam ajudar outras pessoas ou até mesmo uma pesquisa que merece ultrapassar os limites da universidade. Em alguns casos, o livro já começou a existir de maneira desorganizada: há uma pasta no computador cheia de anotações, frases, referências, ideias de capítulos e textos escritos em momentos diferentes, mas tudo ainda parece distante de formar uma obra completa. É justamente nesse momento que surge uma das perguntas mais comuns entre novos escritores: por onde eu começo?
A resposta mais intuitiva costuma ser: comece escrevendo. Evidentemente, nenhum livro ficará pronto sem que suas páginas sejam escritas. O problema é que começar simplesmente abrindo um documento em branco e tentando produzir a primeira página pode aumentar a sensação de desorientação. Antes de escrever dezenas de páginas, é útil compreender melhor o que você está tentando construir. Isso não significa transformar a escrita em um processo rígido ou impedir que novas ideias apareçam durante o caminho. Significa apenas oferecer à criatividade alguma direção.
Essa preocupação não é apenas uma recomendação informal. O Manual de Produção Editorial da Embrapa, ao tratar da elaboração de uma publicação, apresenta como elementos do projeto editorial aspectos como objetivo, público-alvo, linguagem, abrangência temática e estrutura. No campo da formação literária, a Oficina de Criação Literária da PUCRS também trabalha com planejamento, sinopse, construção narrativa, sequência, leitura crítica e desenvolvimento do texto. Essas referências não indicam que exista uma fórmula única para escrever um livro, mas mostram algo importante: antes e durante a escrita, algumas decisões ajudam o autor a compreender melhor a obra que está produzindo.
Neste artigo, quero ajudá-lo justamente nesse processo. Pense nos próximos minutos como uma primeira conversa de mentoria sobre seu livro. Ao final da leitura, você deverá estar mais preparado para responder seis perguntas fundamentais: por que este livro precisa existir? Para quem estou escrevendo? Qual é exatamente o assunto da obra? Que caminho o leitor percorrerá? Quando conseguirei escrever? E o que deverá acontecer depois que a primeira versão estiver pronta?
Antes de pensar nos capítulos, descubra por que seu livro precisa existir
Todo livro nasce de alguma motivação, mas motivação e propósito não são exatamente a mesma coisa. Você pode desejar escrever porque gosta de literatura, porque outras pessoas dizem que sua experiência daria um bom livro, porque acumulou conhecimento sobre determinado assunto ou porque deseja registrar algo que considera importante. Essas razões podem explicar por que você deseja escrever, mas ainda não definem claramente o que o livro pretende realizar na experiência do leitor.
Imagine alguém dizendo: “Quero escrever um livro sobre liderança cristã”. Temos um assunto, mas ainda sabemos muito pouco sobre o livro. Liderança cristã pode envolver caráter, gestão, espiritualidade, formação de equipes, sucessão, conflitos, vocação, administração e dezenas de outros temas. Agora compare com uma formulação mais específica: “Quero ajudar novos líderes de pequenas igrejas a compreender que liderança cristã não começa com posição, mas com caráter, serviço e responsabilidade.” A segunda frase não é necessariamente o título ou a apresentação comercial da obra, mas já revela três elementos fundamentais: existe um leitor, uma direção e uma promessa.
Em livros de não ficção, essa definição costuma ser especialmente útil porque ajuda o autor a decidir o que deve ou não entrar na obra. Em ficção, o propósito pode funcionar de outra maneira. Um romance não precisa resolver um problema como faria um manual. Ainda assim, o escritor pode se perguntar qual experiência deseja provocar, qual conflito humano pretende explorar ou que pergunta gostaria de deixar reverberando no leitor. A formação em escrita criativa da PUCRS, por exemplo, trabalha elementos como conflito, personagem, situação crítica, tempo, espaço e estrutura sem apresentar esses recursos como uma fórmula obrigatória. O propósito, portanto, não precisa aprisionar a criação; ele ajuda o autor a compreender melhor o que deseja fazer com ela.
Na prática: tente completar duas frases com palavras simples. Primeiro: “Estou escrevendo este livro porque quero...”. Depois: “Quando meu leitor terminar este livro, espero que ele...”. Não tente produzir uma frase bonita para a contracapa. O objetivo aqui é alcançar clareza. Uma psicóloga cristã, por exemplo, pode começar dizendo que pretende “escrever sobre ansiedade” e, depois de refletir, perceber que seu objetivo é “ajudar mulheres cristãs que sofrem com ansiedade a compreender que buscar cuidado emocional não significa fracasso espiritual”. O assunto continua sendo ansiedade, mas agora existe um livro começando a tomar forma.
Descubra quem precisa encontrar seu livro
Outro desafio frequente do escritor iniciante aparece quando alguém pergunta para quem o livro está sendo escrito e a resposta é: “para todo mundo”. A intenção é compreensível. Nenhum autor deseja limitar desnecessariamente o alcance da própria obra. Entretanto, definir um leitor principal não significa impedir que outras pessoas leiam o livro. Significa saber para quem você está tomando suas principais decisões de comunicação.
Isso é importante porque diferentes leitores exigem diferentes níveis de explicação, linguagem, exemplos e profundidade. Um livro sobre liderança escrito para seminaristas pode pressupor algum contato com terminologia teológica. Se for destinado a adolescentes que receberam suas primeiras responsabilidades na igreja, os mesmos conceitos talvez precisem ser apresentados de maneira diferente. Uma obra para pastores com vinte anos de ministério provavelmente abordará problemas distintos daqueles enfrentados por alguém que começou a liderar recentemente. O próprio Manual de Produção Editorial da Embrapa relaciona a definição do público ao nível de detalhamento e à adequação do conteúdo da publicação.
Você não precisa criar uma personagem fictícia exageradamente detalhada, atribuindo-lhe nome, idade, profissão, hobbies e hábitos de consumo apenas para dizer que possui uma “persona”. Para começar, é muito mais útil compreender quem encontrará maior valor naquilo que você pretende escrever. Pergunte a si mesmo: se apenas uma pessoa pudesse encontrar este livro em uma livraria, quem eu gostaria que fosse? O que essa pessoa já sabe sobre o assunto? O que ela ainda precisa compreender? Qual dificuldade ou pergunta provavelmente a levou até este livro? Que tipo de linguagem permitirá que ela prossiga na leitura sem se sentir perdida ou subestimada?
Depois tente resumir esse leitor em duas ou três linhas. Você poderia escrever, por exemplo: “Este livro é dirigido principalmente a cristãos que estão no início de sua caminhada de liderança, receberam novas responsabilidades na igreja, mas ainda se sentem despreparados para exercê-las.” Observe o que aconteceu. Antes, você estava escrevendo diante de uma página vazia. Agora começa a existir alguém do outro lado da página. Essa consciência pode influenciar exemplos, explicações, capítulos e até mesmo aquilo que deverá ser retirado do manuscrito.
Ter um assunto não significa ainda ter um livro
“Casamento”, “fé”, “educação”, “liderança”, “história da igreja”, “luto”, “família”, “oração” e “discipulado” são assuntos importantes, mas nenhum deles constitui, por si só, um projeto de livro. São campos amplos dentro dos quais dezenas ou centenas de obras diferentes poderiam ser escritas. Um dos trabalhos mais importantes do autor, portanto, é transformar um grande assunto em um recorte suficientemente claro para ser desenvolvido com profundidade.
É aqui que o conceito de projeto editorial se torna particularmente útil. O Manual de Produção Editorial da Embrapa apresenta o projeto editorial como a definição do perfil de uma publicação, considerando objetivo, público, linguagem, abrangência temática e estrutura. Embora o documento tenha sido desenvolvido para um contexto institucional específico, essas categorias oferecem boas perguntas para qualquer escritor que esteja tentando organizar uma obra.
Suponha que você queira escrever sobre oração. A primeira tentação pode ser reunir tudo o que sabe sobre o assunto: fundamentos bíblicos, história da oração, tipos de oração, vida devocional, intercessão, jejum, respostas de Deus, oração comunitária, obstáculos espirituais e muitos outros tópicos. O problema é que uma grande quantidade de conteúdo não produz automaticamente um bom livro. Talvez seu verdadeiro projeto seja mais específico: “Um livro introdutório sobre como desenvolver uma vida de oração consistente para cristãos que sabem que deveriam orar, mas vivem frustrados com a própria falta de constância.” Essa definição não responde todas as perguntas, mas começa a estabelecer fronteiras.
Um projeto também precisa ser definido pelo que ficará de fora. Esse costuma ser um exercício difícil para novos autores, especialmente quando estão escrevendo sobre uma área que estudam há muitos anos. Existe uma vontade compreensível de colocar no primeiro livro tudo o que aprenderam. O resultado, porém, pode ser uma obra que contém bons capítulos isoladamente, mas não possui um centro suficientemente claro para mantê-los unidos. Seu livro não precisa provar tudo o que você sabe. Precisa desenvolver bem aquilo que este livro decidiu dizer.
Construa um mapa antes de tentar construir a casa inteira
Depois de definir propósito, leitor e recorte, chegou o momento de pensar na estrutura. Isso não significa que cada capítulo precisará permanecer exatamente como foi planejado. Durante a escrita, novos argumentos poderão surgir, capítulos poderão mudar de lugar e algumas ideias simplesmente deixarão de fazer sentido. A estrutura inicial deve funcionar como um mapa provisório, e não como uma prisão.
A Oficina de Criação Literária da PUCRS trabalha elementos como sinopse, estrutura e sequência narrativa. Em uma obra de não ficção, podemos aplicar uma lógica semelhante perguntando qual percurso intelectual, emocional ou prático o leitor precisa realizar entre o começo e o final do livro. Em outras palavras, não basta perguntar quais assuntos você deseja abordar. É preciso perguntar em que ordem eles precisam aparecer para que um capítulo prepare o leitor para o seguinte.
Imagine, por exemplo, um livro provisoriamente chamado Quando a fé encontra o cansaço. O autor poderia começar apresentando por que tantas pessoas estão cansadas, depois explorar quando o cansaço deixa de ser apenas físico, abordar expectativas e culpa, examinar biblicamente o descanso, refletir sobre limites e, finalmente, propor ritmos mais sustentáveis de vida. Ainda não existe um manuscrito completo, mas já existe uma jornada. O autor consegue observar de onde o leitor parte, por quais assuntos passará e para onde deseja conduzi-lo.
Uma boa pergunta durante essa etapa é: “Por que este capítulo precisa existir?” Se você não consegue explicar sua função dentro do livro, talvez ainda não tenha descoberto o que ele deve realizar ou talvez aquele conteúdo pertença a outro projeto. Em ficção, a pergunta pode assumir outra forma: o que muda nesta parte da história? Que conflito avança? Que decisão foi tomada? O que o leitor passa a compreender ou sentir depois desta cena ou capítulo?
Não gaste energia excessiva tentando encontrar títulos perfeitos nesse momento. Crie títulos provisórios e escreva duas ou três frases explicando a função de cada capítulo. O objetivo é enxergar o percurso da obra. Os títulos podem mudar muitas vezes antes da publicação.
Não espere encontrar tempo: reserve tempo
Um projeto bem elaborado ainda não é um livro. Chega um momento em que você precisa parar de organizar arquivos, escolher aplicativos, pesquisar métodos de produtividade e reformular o sumário para começar efetivamente a escrever. E aqui aparece outra dificuldade comum: “Vou escrever quando tiver tempo”. Na prática, para muitas pessoas esse tempo simplesmente nunca aparece espontaneamente.
Sua rotina de escrita não precisa se parecer com a rotina de um escritor profissional que dedica várias horas por dia ao ofício. Ela precisa ser compatível com a sua vida real. Alguém que trabalha, estuda, possui responsabilidades familiares e exerce atividades ministeriais talvez não consiga escrever três horas todos os dias, mas pode descobrir que terça e quinta-feira, das 20h às 21h, e sábado pela manhã são períodos possíveis. Nesse exemplo, quatro horas semanais deixaram de depender da inspiração e passaram a fazer parte de uma agenda concreta.
A formação em escrita criativa da PUCRS trata a escrita como uma prática que precisa ser exercitada, e materiais associados ao ensino da área destacam a importância de criar condições e momentos destinados ao trabalho. Isso não significa que todos precisem escrever diariamente. Também não significa que produtividade seja medida pelo número máximo de palavras produzidas. O princípio é mais simples: se escrever um livro é importante para você, essa importância precisa aparecer de alguma maneira na organização do seu tempo.
Comece com uma rotina que possa ser cumprida. É preferível reservar três períodos realistas por semana e mantê-los durante alguns meses do que elaborar um plano heroico de três horas diárias que será abandonado em dez dias. Você também pode estabelecer pequenas entregas: concluir o esqueleto de um capítulo em uma semana, produzir sua primeira versão na seguinte e começar o próximo depois disso. O planejamento deve servir ao escritor, não transformar a escrita em uma fonte permanente de culpa.
Seu primeiro rascunho não precisa parecer um livro publicado
Existe uma expectativa que pode paralisar especialmente quem está escrevendo sua primeira obra: acreditar que cada parágrafo precisa nascer praticamente pronto. Quando isso acontece, o escritor começa a revisar continuamente as primeiras páginas e nunca avança. É importante compreender desde o início que terminar a primeira versão e terminar o livro são acontecimentos diferentes.
Produção e revisão são etapas relacionadas, mas não idênticas. A experiência das oficinas literárias inclui justamente a produção de textos, o desenvolvimento de um olhar crítico e sucessivas modificações antes de uma versão definitiva. Em depoimentos reunidos durante a pesquisa para este artigo, escritores também descrevem a reescrita e a leitura externa como partes relevantes do processo. Henrique Schneider, em entrevista ao Rascunho, fala do prazer encontrado na revisão e reescrita; Paula Fábrio relata como uma leitura crítica externa lhe permitiu perceber questões estruturais que ela própria apenas suspeitava. Esses relatos não estabelecem uma regra para todos os escritores, mas ilustram uma realidade importante: depois de conviver durante muito tempo com o próprio texto, nem sempre conseguimos enxergá-lo da mesma maneira que um leitor externo.
Na primeira revisão, talvez seja melhor olhar primeiro para as grandes questões. O livro realmente entrega aquilo que prometeu? Existem capítulos repetitivos? Algum argumento ficou sem sustentação? Há um assunto importante que foi ignorado? A ordem dos capítulos favorece a compreensão? Existem páginas que permanecem apenas porque você gosta delas, embora pouco contribuam para a obra? Em ficção, o conflito continua funcionando? Os personagens agem de maneira coerente? Só depois dessas questões estruturais vale concentrar atenção crescente em frases, palavras, pontuação e outros detalhes.
Isso traz uma notícia libertadora para quem está começando: sua primeira versão não precisa possuir a qualidade da versão publicada. Ela precisa fornecer matéria para que você possa revisar, cortar, acrescentar, reorganizar e melhorar. Um texto inexistente não pode ser aperfeiçoado. Um primeiro rascunho imperfeito pode.
Transforme sua ideia em um projeto de escrita
Agora é hora de tirar essas perguntas do campo da reflexão e colocá-las no papel. Reserve algum tempo para construir o que podemos chamar de Mapa Inicial do Livro. Não estamos falando de um documento editorial definitivo, mas de uma página que permita enxergar a obra como um todo. Você poderá alterá-la durante a escrita, mas ela servirá como referência para as primeiras decisões.
Use estas perguntas para construir seu mapa:
Meu livro trata de: qual é o assunto central, expresso de maneira objetiva?
Ele existe porque: qual é o propósito da obra?
Meu leitor principal é: quem deverá receber maior valor deste conteúdo?
A principal pergunta ou problema da obra é: o que mantém os capítulos unidos?
Ao terminar, espero que o leitor: que compreensão, experiência ou transformação você deseja proporcionar?
A abordagem será: bíblica, histórica, acadêmica, narrativa, devocional, prática, autobiográfica ou uma combinação delas?
Este livro não tentará abordar: quais limites protegerão o foco da obra?
Os possíveis capítulos são: qual é a sequência inicial do percurso?
Vou escrever nestes dias e horários: em que momentos a escrita realmente caberá na sua rotina?
Pretendo concluir uma primeira versão aproximadamente em: qual prazo inicial parece possível, sabendo que poderá ser revisto?
Os tempos e cronogramas sugeridos em ferramentas de planejamento devem ser compreendidos apenas como parâmetros de organização, e não como padrões profissionais. Obras acadêmicas, históricas, biográficas ou fundamentadas em pesquisa documental podem exigir uma etapa preparatória muito mais longa. Da mesma maneira, não existe evidência de que todo escritor precise planejar integralmente o livro antes de começar. Processos criativos variam. O mais importante é encontrar instrumentos que diminuam a dispersão sem sufocar o processo criativo. A própria tradição da Oficina de Criação Literária da PUCRS trabalha nessa direção, oferecendo instrumentos ao escritor em vez de um único modelo obrigatório.
Seu livro não precisa estar pronto hoje, mas precisa de um próximo passo
Você não precisa conhecer hoje todas as páginas do livro que deseja escrever. Talvez ainda não saiba o título definitivo, quantos capítulos haverá ou sequer como será a introdução. O que você precisa identificar é o próximo passo que fará a obra avançar. Antes de se preocupar com a quantidade de páginas, esclareça o propósito. Antes de tentar escrever para todo mundo, descubra quem é o leitor principal. Antes de acumular capítulos sem conexão, desenhe um percurso. Antes de esperar pela semana perfeita, reserve períodos reais na agenda. E, quando chegar ao final da primeira versão, esteja disposto a voltar ao início e enxergar o manuscrito novamente.
Planejar não significa eliminar a criatividade. Quando utilizado com flexibilidade, o planejamento pode oferecer à criatividade um caminho por onde avançar. Um mapa provisório pode mudar; um capítulo inicialmente previsto pode desaparecer; uma pesquisa pode abrir novas possibilidades; a escrita pode revelar aspectos que não estavam claros no começo. Tudo isso faz parte do processo. A diferença é que agora você não está apenas esperando que um livro aconteça. Você começou a tomar decisões para construí-lo.
Talvez ainda exista uma longa distância entre a ideia que você possui hoje e o livro que um dia estará nas mãos de um leitor. Mas existe uma mudança importante quando propósito, leitor, tema, estrutura e rotina começam a ganhar forma: o livro deixa de ser apenas uma vontade e começa a se tornar um projeto.
Um próximo passo com a Editora Pneuma
Se existe uma obra que você deseja colocar no mundo, não precisa compreender todas as etapas editoriais de uma só vez. Um bom livro começa muito antes da impressão. Ele começa quando uma ideia recebe propósito, estrutura, cuidado e direção. É justamente nesse caminho que a Editora Pneuma deseja caminhar ao lado de novos escritores, ajudando-os a transformar conteúdo em uma obra desenvolvida com responsabilidade e excelência editorial.
Mesmo que seu manuscrito ainda esteja nos primeiros capítulos, conhecer melhor o processo editorial pode ajudá-lo a tomar decisões mais conscientes durante a escrita. Conheça a Editora Pneuma e descubra como podemos acompanhar o desenvolvimento do seu projeto, do rascunho ao livro publicado.
Porque publicar começa muito antes da gráfica. Começa quando uma ideia encontra direção.
01
02
03
04
05
06
07
!


Alessander Bilhalva
Teólogo (ULBRA), especialista em Teologia Pentecostal (FCC) e Aconselhamento Pastoral (EST), com formação também em Produção Multimídia. Atualmente, atua como Diretor Editorial da Editora Pneuma, unindo formação teológica, comunicação e experiência editorial.
diretor editorial




Fale conosco para publicar seu livro!
Fale conosco
contato@editorapneuma.com
+55 (51) 99514-7667
Políticas e termos
Horário de atendimento
Seg. a Sex., das 09h às 18h
Porto Alegre | RS
